E aí?
Depois que troquei a Nokia de guerra após mais de uma década e fui seduzido pela maçã, acabei não escrevendo mais. Entretanto, eis-me aqui. A vida segue seu rumo, rumando em frente sem parar o tempo. O tempo não para. Este segundo nunca mais voltará. Na verdade a noção de tempo é subjetiva e uma criação coletiva humana para organizar a vida. A vida é débil, tênua e efêmera. O poeta indaga sobre o que vem a ser a vida e responde, alegremente, que é bonita! A beleza também é subjetiva. E sendo um dos atributos divinos, divina é. Mas o que é belo para uns, não será para outros. E o que é belo hoje, pode não ser amanhã. E mais uma vez o tempo. Os ingleses dizem que quando não se tem sobre o que conversar, fale sobre o tempo. Mas esse é outro tempo, o clima, que tem ficado insano. Um outono com cara de verão e inverno; até as flores nem tem noção se a primavera chegou. Não falo de calendário, mas do clima. O calendário me remete ao tempo. E outra vez o tempo, teríamos tempo para fazer tudo? Ou para nada fazer? Essa é uma resposta que somente o próprio tempo dirá... (111006)
Escrito por Vinicius às 10h05
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Julho
Enquanto aqui escrevo, estou vendo "ArmaçãoIlimitada" no canal VIVA. Realmente foi uma grande sacada da globo em criar um canal e disponibilizar seu grande conteúdo. Até a propaganda da novela que passar meia-noite, nos brinda com a pergunta que assombraa televisão brasileira 'Quem matou Odete Roitman?". Sim, eu me lembro de quem foi; mas é uma pergunta que é uma das mais célebres da televisão nacional. E falando em entertenimento, tenho dois filmes para comentar duas cenas. Um é o Velozes e Furiosos que foi rodado no Rio de Janeiro, trata-se da cena onde eles pretendiam entrar desapercebido no quartel-general da polícia do Rio. Entretanto, usariam um carro da polícia civil e o uniforme da militar. Um erro que acabou não perdend o brilho do filme. E outra, o filme Cilada.com. É um bom filme, engraçado. Mas tem uma cena onde a personagem Bruno reclama de uma mulher que fala errado, que não dá para conviver com ela. Entretanto, no final do filme, ele escreve um texto para a Fernanda; mas ele comete um erro grosseiro ao misturar a terceira com a segunda pessoa do singular; ou seja, um erro que é até comum mas devido à intolerância dele acaba sendo inaceitável. Curioso, não? Li um artigo na superinteressante onde falava sobre o politicamente correto, mas para isso ocorrer, vc perdeira o direito de expressão; mas isso é politicamente correto? E para finalizar, estou colocando o video da Disney do "Aquarela do Brasil", onde se encontrarm Donald e o Zé Carioca em: http://www.almacarioca.com.br/arte070.htm
Escrito por Vinicius às 20h11
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Pensamentos
Ontem vi o X-men First Class, gostei da mistura de história e HQ; vale a pena ver. A sequência inicial é muito bem feita, de modo geral é um filme muito bom. Mas pensei muito sobre a educação brasileira. Aquela questão de aceitar-se o errado como uma possibilidade deixou-me muito pensativo. Acabou por me lembrar de uma entrevista (ou seria declaração) de um eminente professor de português que disse que quando o brasileiro souber o idioma é souber falar bem o português, assim, ele poderá fazer o idioma evoluir e ter uma variante da gramática; caso contrário seria apenas falta de capacidade das escolas. De fato, penso, que aceitar-se a variação mas ressaltar que não seria oficial, é dizer que "tudo bem, pode falar assim, mas para um concurso ou conseguir um emprego não pode". Estaríamos criando um dialeto dentro do português? Uma celeuma? A questão do jeitinho brasileira que mais deveria se chamar de jeitinho carioca é péssima. Estacionar em calçadas, não se parar no sinal vermelho, fazer algo errado mas que ninguém está vendo então não tem problemas. Está certo? Certo mesmo? Assim construiremos um país melhor? Assim o Brasil vai se tornar um país desenvolvido? O Brasil não é um país pobre, é um país desigual. A equidade deve ser buscada. Poderemos ter um dia igualdade? Outro ponto, o imposto de carros. Li uma reportagem sobre um carro da Honda que é produzido no Brasil e vendido por 60 mil reais; este mesmo carro é exportado para o México onde é vendido pelo equivalente a quase 26 mil reais... Mistério... Muito mistério... Nem o Mister M desvenda essa... Tem uma propaganda muito legal que fala da fatia de impostos que pagamos, agora, seria complicado dizer o preço é 20 reais mais impostos saindo a quase 30 ou mais? Pensem nisso. A sociedade organizada pode mudar as coisas. E pensando, existimos. Devemos ter ética e moral!  E para relaxar desse papo sério, estou colocando um link para o Youtube de um video que a minha filha de três anos cantando uma música da Paula Fernandes: http://www.youtube.com/watch?v=h3HyEnII-8A  Até mais! 
Escrito por Vinicius às 15h27
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Canto Para A Minha Morte
Eu sei que determinada rua que eu já passei Não tornará a ouvir o som dos meus passos. Tem uma revista que eu guardo há muitos anos E que nunca mais eu vou abrir. Cada vez que eu me despeço de uma pessoa Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez A morte, surda, caminha ao meu lado E eu não sei em que esquina ela vai me beijar Com que rosto ela virá? Será que ela vai deixar eu acabar o que eu tenho que fazer? Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque? Na música que eu deixei para compor amanhã? Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro? Virá antes de eu encontrar a mulher, a mulher que me foi destinada, E que está em algum lugar me esperando Embora eu ainda não a conheça? Vou te encontrar vestida de cetim, Pois em qualquer lugar esperas só por mim E no teu beijo provar o gosto estranho Que eu quero e não desejo,mas tenho que encontrar Vem, mas demore a chegar. Eu te detesto e amo morte, morte, morte Que talvez seja o segredo desta vida Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida Qual será a forma da minha morte? Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida. Existem tantas... Um acidente de carro. O coração que se recusa abater no próximo minuto, A anestesia mal aplicada, A vida mal vivida, a ferida mal curada, a dor já envelhecida O câncer já espalhado e ainda escondido, ou até, quem sabe, Um escorregão idiota, num dia de sol, a cabeça no meio-fio... Oh morte, tu que és tão forte, Que matas o gato, o rato e o homem. Vista-se com a tua mais bela roupa quando vieres me buscar Que meu corpo seja cremado e que minhas cinzas alimentem a erva E que a erva alimente outro homem como eu Porque eu continuarei neste homem, Nos meus filhos, na palavra rude Que eu disse para alguém que não gostava E até no uísque que eu não terminei de beber aquela noite... Vou te encontrar vestida de cetim, Pois em qualquer lugar esperas só por mim E no teu beijo provar o gosto estranho que eu quero e não desejo,mas tenho que encontrar Vem, mas demore a chegar. Eu te detesto e amo morte, morte, morte Que talvez seja o segredo desta vida Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida (Raul Seixas e Paulo Coelho)
Escrito por Vinicius às 19h57
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Nitroglicerina na veia
Já há alguns aninhos, quando voltava da faculdade, eu estava de carona com um amigo que morava perto de casa. Quando ouvimos no rádio que era um programa heavy metal que era pura nitroglicerina na veia. De imediato, nos entreolhamos, ficamos em silêncio e começamos a rir. E antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele falou. E tempos depois, ontem a noite e também hoje pela manhã, vi a propaganda de um energético que é também o nome de um explosivo. Aí vem a grande ironia da coisa, o efeito do nitroglicerina no organismo humano: possui diminuição da pressão arterial e relaxamento da musculatura lisa cardíaca... Ou seja, um efeito BEM diferente de alguma coisa explosiva e energizante. O departamento de marketing deveria consultar alguém da área de saúde ou, hoje em dia, o 'tio' google para ver se não vai fazer besteira. Em termos médicos, seria o mesmo que chamar o energético de captopril ou dizepam... E para finalizar, estou ansioso para a estreia do filme RIO (trailler em http://www.youtube.com/watch?v=Jc1yKB5VU6A). Parece que é muito bom, o que acham? 
Escrito por Vinicius às 14h50
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Febrero...
Realmente já estamos em fevereiro, frebrero em espanhol, february em inglês e Februar em alemão. Ao ser criado, era o penúltimo mês do ano, isso antes da mudanã do calendário. Na qual, abril perdeu o posto de primeiro mês, setembro deixou de ser o sétimo mês, outubro não era mais o oitavo, novembro não mais o nono e dezembro não era mais o décimo. Porém, isso tudo tem muitos séculos, mas mudou. Hoje, temos completos o primeiro mês na qual uma mulher preside o Brasil, hoje o Brasil é a sétima potência do mundo. Mas ser uma potência mundial não quer dizer muita coisa. Somos uma potência econômica, mas muito longe de ser uma na área social. Seria melhor ser a centésima economia do mundo e ter um país com boas condições de vida; falando de saúde, educação e segurança pública. E também, no começo da década passada, tivemos o início desse blog, isso no começo de 2004. Vida longa ao MuKiFo. Blog este onde coloco minhas ideias. Onde vimos a ortografia mudar, também muita coisa mudou. Mas pensando nisso tudo, exponho as entranhas de meus pensamentos, sem tormentos ou calmarias. Apenas o rumo da maré. Um 'brainstorm' corriqueiro, onde o penso logo existo é exposto, onde podemos ir e vir. Mas só para pensar. É bom pensar. É bom mesmo... E para pensar, coloco um paradoxo, para se pensar: "Se vc tivesse uma máquina do tempo, voltasse no tempo e matasse seu próprio avó antes de seu pai nascer, o que aconteceria?"... Já escutei cada coisa e por isso é um paradoxo. E falando nisso, li "O mito da Caverna", na próxima comento. Inté... 
Escrito por Vinicius às 23h34
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Por-quê-o-quê?
Sabe, nem sei. Talvez por achar que existo, acho que penso. A realidade é irreal? Mas por-quê-o-quê? Eu sinceramente não sei. Insipiente? Talvez incipiente. Saber, conhecer, reconhecer e pensar. Propriedades, faculdades tão complexas que nem sei por-quê-o-quê? Mas por que seria mesmo? Escrever do nada, criar é. Mas e pensar? Cria? Cria de quem? Precisamos de um criadouro para pensar? E por que não um pensadouro? Por-quê-o-quê? Sei lá. As vezes é melhor não pensar. Em alguns dias é melhor levar o guarda-chuva. Em outroa, é melhor pegar chuva. Por-quê-o-quê? Não sei. Sei lá. A música do Raul diz que pensamos melhor parados. Será? Por que? Por-quê-o-quê? A complexidade da vida é paradoxal. Saiba de uma coisa, volte no tempo e mate o seu avô antes de seu pai nascer. Paradoxal. Assim o assassino dele não nasceria e ele viveria e você nasceria e voltaria no tempo e o mataria. Qual a figura de linguaguem que usa o E em repetição? Não tenho voz velada nem veloz nem velada voz. Não sou onamatopeico. Nem um enciclopédia? Hoje choveu, amanhã fará sol? E assim a gente vai fumando sem cigarro, a gente vai levando... Até quando? Por que? Por-quê-o-quê? 
Escrito por Vinicius às 23h23
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Escrever sobre o quê?
Saibam de uma coisa, não ficarei sendo repetindo falando sobre falta de tempo, vida moderna e coisas do gênero. De fato, em alguns momentos tive tempo de escrever, mas não o fiz. Cheguei a abrir o blog para escrever, mas não o fiz. Agorinha mesmo, estava pensando sobre a vida, para variar. Acabei que me lembrei de uma cena do filme "Sociedade dos Poetas Mortos". Seria a cena onde o professor mostra a foto das turmas que passaram e fala o tão famoso "Carpe Dien"; algo parecido ocorre em um episódio de Friends. Quando a avó de Ross e Mônica morre e eles acham uma foto da galerinha dela. É sobre isso. Mas escrever sobre o quê? Sobre a vida. Fatos da vida. Que em pouco tempo não estaremos mais aqui, que as coisas continuaram sendo as mesmas. Que o dia vem depois da noite e a noite após o dia. As ondas vão e vêm. Haverá corações batendo, uns de alegria; outros de tristeza. A mesma cidade que lhe viu nascer, acabará por lhe ver morrer. E ser humano, um Homo sapiens, achar que é algo muito especial quando na verdade somos um conjunto de aminoácidos ordenados que forma proteínas que acabam sendo o que achamos que somos nós. Saibam de uma coisa, sei lá. Hoje é domingo, isso é uma convenção. Poderia ser uma terça ou sexta. Mas é domingo. Dia do sol, em alguns idiomas. Vinícius, o poetinha, nos diz "que seja infinito enquanto dure" mas (mudando de poeta) "as flores de plástico não morrem jamais"; errado! Morrem. Cada segundo é um segundo somando-se horas. O futuro é fruto de nossa mente e o passado passou. O futuro nunca chegará e Papai Noel não existe. Ou poderemos considerar que por exisitir na imaginação de milhares de pessoas ele existe. Ele seria mais real que eu ou você? Sei lá... Uma música religiosa diz "o tempo não para, chegou minha hora"; mas hora de quê? De perto ninguém é normal; certa vez me enviaram uma frase que diria algo mais ou menos assim - Somente seria normal aquele que não foi examinado de perto. E encerro, por hora, nessa hora, às 22:34, dizendo uma frase da Lei de Murphy: "Quando todos a sua voltam estão perdendo a cabeça e você mantem a calma, talvez não esteja entendendo a situação".
Escrito por Vinicius às 22h35
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Conectividade e outos bichos
Estar sempre conectado, hoje em dia, chega a ser uma necessidade e uma realidade. Será? Ficar sempre online no seu messenger preferido, rede social e acessível no celular(es) é realmente essencial? Sabe, isso me assusta um pouco. Pensem bem, tal qual 1984, temos um Big Brother. Não... Não tem nada a ver com o programa de televisão, estou falando do clássico livro (ainda não leu?). Nele foi inspirado a idéia do programa de televisão e de outras coisas. Mas voltando ao assunto, a conectividade é um pouco complicado. Mandamos um email para uma empresa e esperamos que ele seja respondido em instantes: mas isso quase nunca ocorre. Carregamos smartphones, radios, pockets/palms, netbooks, notebooks e afins. Em suma, uma coleção de bugingangas estupefantes, quase não temos mais bolsos e bolsas para tal. Mas a que preço? Escravos da tecnologia? Ou ela seria uma ferrament apenas? Lembro-me de um filme do Jornada nas Estrelas, que hoje virou Star Trek. Abrindo outro parêntese, essa mudança de nomes fica um pouco complicado e tira a graça das coisas. O Batman, tudo bem, sempre foi Batman; mas o super-homem virou superman. Guerra nas Estrelas virou Star Wars e já falei do Jornada. Qual seria a graça de termos Bugs Bunny, Daff Ducky, Goofy, Tinker Bell, etc... Os nomes originais são melhores? Nem tanto, mas não retratam nossa realidade nem nos dizem nada pois não estão em nosso idioma. Agora fecho o parênteses, voltando a falar do filme. Trata-se de um episódio onde retrata um planeta onde os habitantes são agricultores mas vivem com alta tecnologia e computadores dentro das casas. Harmonia? Não seria sempre esse o segredo? Na verdade, o ser humano deve sempre buscar o caminho do meio, o equilíbrio. Não seríamos ainda crianças deslumbradas com um brinquedo novo? Sei lá, nada sei... Quero pensar sobre isso...
Escrito por Vinicius às 00h14
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Sumi?
Realmente o tempo que fiquei afastado dá-se a impressão de que sumi. Na verdade não. A vida moderna requer uma dinâmica paradoxal onde ficamos entre a cruz e a espada; escolhendo entre entrar de vez na modernidade ou nos quedarmos no ostracismo da falta de tecnologia e retrocesso. Um mestre que eu tive, nos idos de 1998, disse-me que a internet deve ser uma cosia cautelosa no trabalho pois servirá de meio para o patrão controlar nossos passos. Concordo. O imediatismo de um email é deveras sagaz e interessante. Se mandarmos um email pela noite, esperamos que a resposta venha no máximo pela manhã e, já ouvi que, o celular veio para suprir uma necessidade que não existia. Essa é a vida moderna. E escrevendo isso, pego-me pensando no filme "Tempos Modernos"... Um clássico a ser visto e revisto. E falando em filme, nesse interim entre a última postagem e agora, vi "O Cheiro do Ralo", este nacional. Um bom filme, parecendo um estilo europeu, onde a análise psicológica das personagens é interessante. Onde o próprio cheiro do ralo se transforma em personagem. Para quem gosta de cinema, vale a pena ver. E para encerrar, para que possamos começar bem a semana, coloco uma piadinha enviada por email pela Fernanda:  Sessão de terapia de grupo. Quatro pacientes estão reunidos. O terapeuta pede que se apresentem, que digam qual é sua atividade e que comentem porque a exercem. - O primeiro diz: - Me chamo Francisco, sou médico porque me agrada tratar da saude e cuidar das pessoas. - O segundo se apresenta: - Me chamo Angelo. Sou arquiteto porque me preocupa a qualidade de vida das pessoas e como vivem. - A terceira fala: - Me chamo Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro peitos e bundas femininas e fico louca só de pensar em fazer sexo com mulheres. - O quarto então diz: - Sou Manuel Joaquim e até uns minutos atrás eu achava que era pedreiro, mas acabo de discubrire que sou é lésbica...
Escrito por Vinicius às 21h02
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Para começar a semana...
Recebi, pensei... Agora coloco aqui para vocês... "PODES CONTAR COM DEUS NA SOLUÇÃO DE TODOS OS TEUS PROBLEMAS,ENTRETANTO, NÃO TE ESQUEÇAS DE QUE DEUS CONTA CONTIGO EM TODOS OS TEUS CAMINHOS." (CHICO XAVIER)
Escrito por Vinicius às 08h41
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Vida...Fisiologia... E um café.
A vida realmente começa com um choro, geralmente. Rancados, expulsos de um ventre. O coração já bate, o pulso já pulsa mas os pulmõess iniciam seus trabalhos. Há o choro. O cérebro, outrora apenas um tubo, deslumbra a aurora. O nadir e o zênite. Alfa e ômega? Ou seria zênite e o nadir? Dizem que a vida veiodo caos. Mas nossa organização celular é tão harmoniosa, o organismo sempre buscando a homeostasia. Fisiologia estuda o funcionamento do organismo, filosofia estuda o conhecimento. Amboss celebram a vida. E a vida é para ser vivida, sonhada, almejada. Não sobrevivida. Há choro. Choramos de tristeza, as vezes de alegria. E assim é vida, nem sempre como planejada, nem sempre como almejada. Mas é a vida. E o tempo passa, cada segundo já é passado. E passados tantos segundos que nos limita. Experimentar? Viver? E que tal sobreviver? Chorar, rir, chorar, tornar a rir.. E assim é a vida.. Vamos tomar um café? 
Escrito por Vinicius às 18h44
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Para pensar e repensar...
Nesse fim de semana acabei me lembrando de um professor de física que eu tive. Quando eu ouvi a frase: "Vou pegar um casaco para me esquentar", eu me lembrei dele. Ele dizia que era impossível um casaco esquentar alguém, pois ele não possui uma fonte térmica. Era, de fato, um isolante térmico. Na verdade verdadeira, ele está certo. Ele chegava a comentar coisas como se pergunta o peso e responde-se a massa de alguém. Lembrando: Peso = massa x gravidade. A massa é expressa em quilograma e o peso é um tipo de força, em Newton. E outra coisa, falar para ele calor, dá no mesmo, pois calor não é sinônimo de quente. Pode ser também frio. Claro que ele levava, nesses casos, a linguagem científica ao pé da letra. Mas não deixa também de ter errado, apesar de coloquialomente estar errado. Entendeu? O importante no caso é a comunicação. O conceito que damos a uma frase ou palavra; isso faz a comunicação. Abaixo textos de Simone Garcia, com o devido crédito. Pense... * * * "O mais bonito de um sonho não é realizá-lo, mas sim ter a coragem de sonha-lo." * * * "A vida começa com choro, Aos poucos sorri...depois volta a chorar, De repente a alegria invade e é difícil parar; A educação entra em cena impondo limites Que pouco a pouco vão ficando maiores, maiores E não corremos mais... pensamos demais, E vivemos menos.....com pouca intensidade Sem aquela alegria de criança... e com a sutileza dos adultos Não quero viver assim...quero emoção, quero viver intensamente Mesmo que isso pra muitos pareça loucura... Será que ainda há tempo pra isso? Será que ainda sei fazer isso? Ou os limites impostos já se tornaram fixos? Vou experimentar pra ver......."
Escrito por Vinicius às 23h42
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Vi 400contra1, um bom filme. Poderia ser melhor. Parecia que em alguns momentos colocava os bandidos como mocinho, devido à narrativa do filme. Mas vale a pena ver. Muito bom de fotografia e de figurino. E falando em números, no encarte Digital dO Globo, tem uma lista das 10 principais empresas no Rio de Janeiro que tinham reclamações na justiça. Durante muito tempo, a campeã foi a Telemar, hoje Oi. Na lista a Oi perde para a Claro e a Vivo. Mas fiquei preocupado por um motivo: a Oi melhorou os serviços ou as outras pioraram? Talvez seria tostines? ****************************************************** Na Hora do Desânimo
Desânimo em ação espírita-cristã é francamente injustificável. Vejamos alguns apontamentos, suscetíveis de confirmar-nos o asserto. Se fomos ludibriados, na expectativa honesta em torno de pessoas e acontecimentos, desânimo nos indicaria o propósito de infalibilidade, condição incompatível com qualquer espírito em evolução; se incorrermos em falta e caímos em desalento, isso mostraria que andávamos sustentando juízo excessivamente benévolo, acerca de nós mesmos, quando sabemos que, por agora, somos simples aprendizes na escola da experiência; se esmorecermos na tarefa que nos cabe, tão só porque outros patenteiam dentro dela competência que ainda estamos longe de alcançar, nossa tristeza destrutiva apenas nos revelaria a reduzida disposição de estudar e trabalhar, a fim de crescer, melhorar-nos e merecer; se nos desnorteamos em amargura pelo fato de algum companheiro nos endereçar advertência determinada, nesse ou naquele passo da vida, tal atitude somente nos evidenciaria o orgulho ferido, inadmissível em criaturas conscientes das próprias imperfeições; se entrarmos em desencanto porque entes amados estejam tardando em adquirir as virtudes que lhes desejamos, certamente estamos provisoriamente esquecidos de que também nós estagiamos no passado, em longos trechos de incompreensão e rebeldia. Claramente, ninguém se rejubila com falhas e logros, abusos e desilusão, mas é preciso recordar que, por enquanto, nós, os seres vinculados à Terra, somos alunos no educandário a existência e que espíritos bem-aventurados, em níveis muito superiores ao nosso, ainda caminham encontrando desafios da Vida e do Universo, a perseverarem no esforço de aprender. Regozijemo-nos pela felicidade de já albergar conosco o desejo sadio de educar-nos e, toda vez que o desânimo nos atire ao chão da dificuldade, levantemo-nos, tantas vezes quantas forem necessárias para o serviço do bem, na certeza de que não estamos sozinhos e de que muito antes de nossos desapontamentos e de nossas lágrimas, Deus estava no clima de nossos problemas, providenciando e trabalhando.
Livro: Caminhos Espíritas - 34 Emmanuel & Francisco Cândido Xavier
Escrito por Vinicius às 22h15
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Sobre viver
Diz o dito, que a vida não é fácil. O compositor indaga o que é a vida e conclui que ela é bonita. Viver: é uma arte. A Arte Divina. Sobreviver é humano. Viver desumanamente? Rotina. Preocupações. Realmente é uma arte. Tal qual dar um nó em um pingo d´água, sobreviver é uma batalha. E sobre viver? Ah... Fantasioso, aspirativo. Quiçá iluminado. Sobreviver é estrompiante. E sobre viver é como se pudessemos nos deleitar com o néctar e ambrosia. Será que eu iria gostar? A roda da vida faz tudo girar. Girando e girando e girando. Faz seu giro e depois gira de novo. Num contínuo girar. Infinito? Não é por que não vemos um fim que não há fim. E sobre viver, a vida pode ser uma águia a voar. Um condor? Uma hárpia? Talvez sobreviver seja o voo de um dodo. Mas não estariam extintos? A águia americana está ameaçada de extinção. A supremacia também. Pensamentos são confusos, vão e vem. As vezes vem e vão. Uma ideia liga a outra e vai assim por diante. E mais adiante o assunto já se perdeu. Psicodélico? Não creio. Mas creio em um ser supremo que tudo criou. Também creio na ciência. Uma bomba muscular de quatro câmaras bate em meu peito, por volta de sessenta e oito batimentos por minuto. E nem noto. Seria eu ignorante? Acho que incipiente. Talvez insipiente. Quem sabe? E sobre viver, o que se pensa? A música diz que 'todo mundo quer ir para o céu mas ninguém quer morrer'. Verdade verdadeira? Verdades podem ser relativas? Definitivas? A Terra já foi plano, redonda. Hoje, esférica. Pisamos na lua, mas ainda temos fome. Matamos por comida. Também por um tênis da última moda. A última moda nunca é a última, sempre vem uma depois. E assim é a vida, para ser vivida. E sobre viver, claro. Necessitamos sobreviver. Ou você vai ficar sentado boquiaberto com a boca cheia de dentes esperando a morte chegar? ;)
Escrito por Vinicius às 23h09
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