E aí?
Estou me empolgando com a quase quaresma para o final do internato... A prova que seria amanhã, será na sexta. Eu preferiria que fosse logo amanhã... Mas fazer o que, né? Hoje é aniversário do Lupino (Parabéns!)
Ontem passou em "A Diarista" um episódio onde aparece o Kiko Mascarenhas, faz um tempão que não o vejo... Foi bom reve-lo. Sei que estou no furo de ir ver uma de suas produções, mas o tempo está curto... E falando em ver, vi hoje "Atlantis" da Disney, um desenho bem legal. Curioso que me pareceu ser infanto-juvenil e não infantil. Até daria um bom filme... 
Devido aos estudos, não estou pedalando ou caminhando... Quero voltyar a fazer isso em breve!!! 
Um fato curioso, quanto ao desrespeito ao consumido. Há um tempinho, fui ao shopping Campo Grande para ver preço de leitor de DVD para o meu pai. Cheguei até uma loja que não tem letreiro, vi na porta o adesivo do VISA e entrei. Pedi o produto e na hora de que fui indagado quanto a forma de pagamento, fui informado que não aceitavam VISA. Voltei a porta, verifiquei que realmente o adesivo do VISA estava lá e fui informado que o cartão era só para artigos de papelaria. Fiquei revoltado, indaguei o pq dessa restrição não estar na porta e sai indignado!!! É mole? 
Seguindo o exemplo anterior, estou colocando um texto tb enviado pelo Gus. Esse é para descontrair:
Domingo Mal por mal, é melhor ter o de Alzheimer que o de Parkinson, pois mais vale esquecer de pagar a cerveja do que entornar tudo no chão.
2ª-feira As vegetarianas não gritam quando têm um orgasmo... não querem admitir que um pedaço de carne lhes dá prazer!
3ª-feira Depois dos 40 anos, a única coisa que o médico deixa um homem comer com gordura é a sua própria mulher ...
4ª-feira Amigo é igual parafuso, a gente só sabe que é bom na hora do aperto.
5ª-feira Celulite não é defeito. Os furinhos querem dizer 'Eu sou gostosa', em braille...
6ª-feira De nada adianta ter barriga de tanquinho se a torneira não funciona.
Sábado Para que serve a beleza interior, se o pinto não tem olhos?
Escrito por Vinicius às 20h06
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ORIGEM DAS EXPRESSÕES
NAS COXAS As primeiras telhas dos telhados nas casas aqui no Brasil eram feitas de argila, que eram moldadas nas coxas dos escravos que vieram da África. Como os escravos variavam de tamanho e porte físico, as telhas ficavam todas desiguais devido às diferentes tipos de coxas. Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito.
CALCANHAR DE AQUILES De acordo com a mitologia grega, Tétis, mãe de Aquiles, a fim de tornar seu filho indestrutível, mergulhou-o num lago mágico, segurando-o pelo calcanhar. Na Guerra de Tróia, Aquiles foi atingido na única parte de seu corpo que não tinha proteção: o calcanhar. Portanto, o ponto fraco de uma pessoa é conhecido como calcanhar de Aquiles.
VOTO DE MINERVA Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado pelo assassinato da mãe. No julgamento, houve empate entre os acusados. Coube à deusa Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu. Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.
CASA DA MÃE JOANA Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a menoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro, cuja proprietária se chamava Joana. Como esses homens mandavam e desmandavam no país, a frase casa da mãe Joana ficou conhecida como sinônimo de lugar em que ninguém manda.
CONTO DO VIGÁRIO Duas igrejas de Ouro Preto receberam uma imagem de santa como presente. Para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários contariam com a ajuda de Deus, ou melhor, de um burro. O negócio era o seguinte: colocaram o burro entre as duas paróquias e o animalzinho teria que caminhar até uma delas. A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E foi isso que aconteceu, só que, mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burro. Desse modo, conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.
FICAR A VER NAVIOS Dom Sebastião, rei de Portugal, havia morrido na batalha de Alcácer-Quibir, mas seu corpo nunca foi encontrado. Por esse motivo, o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca. Era comum as pessoas visitarem o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, para esperar pelo rei. Como ele não voltou, o povo ficava a ver navios.
NÃO ENTENDO PATAVINAS Os portugueses encontravam uma enorme dificuldade de entender o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua, ou Padova, sendo assim, não entender patavina significa não entender nada.
DOURAR A PÍLULA Antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas em papel dourado, para melhorar os aspecto do remedinho amargo. A expressão dourar a pílula, significa melhorar a aparência de algo.
SEM EIRA NEM BEIRA Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre, está sem grana.
O CANTO DO CISNE Dizia-se que o cisne emitia um belíssimo canto pouco antes de morrer. A expressão canto do cisne representa as últimas realizações de alguém.
ESTÔMAGO DE AVESTRUZ Define aquele que come de tudo. O estômago do avestruz é dotado de um suco gástrico capaz de dissolver até metais.
LÁGRIMAS DE CROCODILO É uma expressão usada para se referir ao choro fingido. O crocodilo, quando ingere um alimento, faz forte pressão contra o céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, ele chora enquanto devora a vítima.
Escrito por Vinicius às 21h53
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Estou de volta
Além dos problemas regulares de final de faculdade, tive outros particulares mas eis-me aqui de volta! Serei curto e grosso: estou colocando uma crônica enviada pelo Gus (ela foi enviada no começo do ano, valeu, Gus!). Duas amigas minhas fizeram niver por esses dias, parabéns para Diana e Fernanda. O do Lupino é amanhã. O Pingo está bem e pingo final, quero dizer, ponto (vcs entenderam o trocadilho? Vc tb entendeu, não foi, Gabi?) 
Isto é mudança de idioma?
Outro dia fui comprar um abajur. A mocinha me olhou e perguntou:
- Luminária?
Eu olhei em volta, tinha uma porção de abajur.
- Não, abajur mesmo, eu disse.
- De teto?
Fiquei olhando meio pasmo para a vendedora, para o teto, para a rua. Ou eu estava muito velho ou ela estava muito nova.
No meu tempo - e isso faz pouco tempo - o abajur a gente punha no criado-mudo, na mesinha da sala. E lá em cima era lustre.
- Lustre?
Descobri que agora é tudo luminária. Passou por spot, virou luminária. Pra mim isso é pior que bandeirinha virar auxiliar de arbitragem e passe (no futebol) chamar-se - agora - assistência.
Quem são os idiotas que ficam o dia inteiro pensando nessas coisas? Mudar o nome das coisas? Por que eles não mudam o próprio nome? A mocinha-da-luminária, por exemplo, se chamava Mariclaire. Desconfio até que já tivesse mudado de nome. Pra que mudar o nome das coisas?
Eu moro numa rua que se chama Rodovia Tertuliano de Brito Xavier. Sabe como Se chamava antes? Caminho do Rei. Pode? Pode! Coisa de vereador com minhoca na cabeça e tio para homenagear. Mas lustres e abajur, gente, é demais. Programação de televisão virou grade. Deve ser para prender o espectador mais desavisado. Entrega em domicílio virou delivery. Agenda de correio, mailing. São os publicitários, os agentes de 'marquetingui'?
Quer coisa mais bonita do que criado-mudo? Existe nome melhor para aquilo? Pois agora as lojas vendem mesa-de-apoio. Considerando-se a estratégica posição ao lado da cama, posso até imaginar para que tipo de apoio serve. E por que é que agora as aeromoças não querem mais ser chamadas assim? Agora são comissárias. Não entendo: a palavra comissária vem de comissão, não é? Aeromoça é tão bom e terno como criado-mudo. Pior se as aeromoças virassem moças-de-apoio. Taí uma idéia.
E tem umas palavras que surgem de repente do nada. Quer ver?: luau. Isso é novo. Quando eu era jovem, se alguém falasse essa palavra ou fosse participar de um luau, era olhado meio de lado. Era pior que tomar vinho rosê. Coisa de bicha, isso de luau.
Mas a vantagem de ser um pouco mais velho é saber que o computador que hoje todo mundo tem em casa e que na intimidade é chamado de micro, nasceu com o nome de cérebro-eletrônico. Sabia dessa? E sabia que o primeiro computador, perdão cérebro-eletrônico, pesava 14 toneladas? E que, na inauguração do primeiro, os gênios da época diziam que até o final do século, se poderia fazer computadores de apenas uma tonelada?
Outra palavrinha nova é stress. Pode ter certeza, minha jovem, que, antes de inventarem a palavra, quase ninguém tinha stress.Mais ou menos como a TPM. Se a palavra está aí a gente tem de sofrer com ela, não é mesmo? No meu tempo o máximo que a gente ficava era de saco cheio. Estressado, só a turma do luau.
E agora me diga: por que é que em algumas casas existe jardim de inverno e não jardim de verão? E, se você quiser mudar o nome desta crônica para lingüiça, pode. Desde que coloque o devido trema. Também conhecido como dois pinguinhos.
Mário Prata
Escrito por Vinicius às 17h31
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